sexta-feira, 25 de março de 2011

Espiritismo o melhor caminho? Parte 3 (Final)


4. O DIABO SEGUNDO O ESPIRITISMO
Quanto à existência de Satanás e seus anjos, Kardec explica que eles seriam tãosomente espíritos atrasados, impuros, mas que um dia chegarão à perfeição, tornando-se "anjos de luz".
No "Livro dos Espíritos",questão 131,assim diz Kardec com referência a satanás:

"evidente que se trata da personificação do mal sob a forma "alegórica", ou seja: o Príncipe das Trevas, como a ele se refere a Bíblia, não passaria, segundo Kardec, de uma invencionice, de uma fantasia.
Isso também significa dizer, segundo Kardec, que todas as expulsões de demônios feitas
por Jesus, segundo os Evangelhos, são simples alegorias.
É precisamente isto que o demônio gosta de ouvir.Afinal, com sua malícia e forma
ardilosa de agir, ele também quer ser adorado como Deus.

5.PARA O ESPIRITISMO, NÃO EXISTE CÉU NEM INFERNO
kardec em seu "Livro dos Espíritos",questões 1016 e 1017, diz que o céu seria: "os
planetas habitados pelos espíritos evoluídos."

Sua preocupação em negar a existência do céu e do inferno chegou a tal ponto que 
escreveu o livro "O Céu e o Inferno",onde com argumentações infundadas e fantasias diabólicas, nega a todo custo suas existências. Assim Kardec concluiu seu pensamento:

"Assim podemos dizer que trazemos em nós mesmos o nosso inferno e o nosso paraíso,e que encontramos o nosso purgatório em nossa encarnação, em nossas vidas corpóreas ou físicas."

Não é assim que Deus nos ensinou.Após a sua ressurreição, Jesus foi para o Reino de Deus.Voltou para o lugar onde sempre esteve desde a criação do mundo. Está na casa do Pai,para onde nós também iremos um dia, segundo a Sua Promessa. Nisso cremos, porque Deus é fiel e cumprirá tudo o que nos prometeu seu Filho Jesus.

Apesar dos espíritas crerem que a lei do karma determina as vidas sucessivas e que ninguém prestará contas, de uma vez por todas, a Deus, pelas faltas cometidas, eles só concebem a existência do castigo após a morte de duas maneiras: ou reencarnando, para sofrerem uma nova existência, ou sofrendo como espírito errante, no espaço.
Esses são espíritas que "precisarão de luz", e de praticar "caridade" através do corpo dos

médiuns, que enganosa-mente se entregam à possessão demoníaca.
Kardecistas, umbandistas e demais componentes do espiritismo defendem essas idéias.
Porém Deus não pensa assim.Só no Novo Testamento, Jesus faz 15 referências ao lugar

do tormento eterno.Eis algumas delas:
"... temei antes aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo" (Mt
10:28)
"... como escapareis da condenação do inferno?"(Mt 23:33)


6.JESUS VISTO PELO ESPIRITISMO
Aparentemente, o espiritismo diz acreditar em Jesus e apoiar-se em suas doutrinas.Sei sso é verdade, porque então León Denis, em seu livro "Cristianismo e Espiritismo", na pág.88, prega que cada um é responsável pela sua própria salvação? - Pois assim ele se expressa:
"Cada qual deve resgatar-se a si mesmo, resgatar-se da ignorância e do mal. Nada
exterior a nós poderia fazê-lo."
O espiritismo não reconhece a Jesus como o único caminho que nos conduz ao Pai, nem
reconhece que Ele morreu na cruz em remissão dos nossos pecados.
Eis o sentido, nas palavras do próprio Allan Kardec, em que o espiritismo admite ser
Jesus o Filho de Deus:
"Digamos que Jesus é Filho de Deus, como todas as criaturas, que ele chama a Deus Pai,como nós aprendemos a tratá-lo de nosso Pai. É o filho bem amado de Deus, porque, tendo alcançado a perfeição, que aproxima de Deus a criatura, possui toda a confiança e toda aperfeição de Deus. Ele se diz Filho Único, não porque seja o único predestinado a
desempenhar aquela missão na terra."
Assim, agindo com inspiração maligna, Kardec nega a divindade de Jesus,
considerando-o apenas um homem que evoluiu, reencarnando-se muitas vezes.
Ainda sobre Kardec, é assim que ele ainda define Jesus em seu livro "A Gênese", Ed.
1949, à página 294:
"... Ele era um médium de Deus."

Ou seja, Kardec, falando em nome do Espiritismo que ele próprio codificou, considera Deus também um espírito em evolução e à busca de perfeição, e por isso necessitando de ummédium aqui na terra. Quanta heresia!
Não é assim que Deus nos ensinou.Eis aqui uma das revelações bíblicas sobre Jesus,
em Atos 4.12:
"E não há salvação em nenhum outro, porque abaixo do céu não existe nenhum outro
nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos."
desempenhar aquela missão na terra."
Assim, agindo com inspiração maligna, Kardec nega a divindade de Jesus,
considerando-o apenas um homem que evoluiu, reencarnando-se muitas vezes.
Ainda sobre Kardec, é assim que ele ainda define Jesus em seu livro "A Gênese", Ed.
1949, à página 294:
"... Ele era um médium de Deus."

Ou seja, Kardec, falando em nome do Espiritismo que ele próprio codificou, considera Deus também um espírito em evolução e à busca de perfeição, e por isso necessitando de um médium aqui na terra. Quanta heresia!
Não é assim que Deus nos ensinou.Eis aqui uma das revelações bíblicas sobre Jesus,
em Atos 4.12:
"E não há salvação em nenhum outro, porque abaixo do céu não existe nenhum outro
nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos."


A REENCARNAÇÃO

Segundo vários historiadores, a mais antiga fonte histórica onde se encontram referências à reencarnação estão nos Vedas - escritos filosóficos e religiosos dos hindus. Esta doutrina de reencarnação é bem mais recente do que a doutrina de consulta aos mortos: ela foi inventada pelos sacerdotes que oficiavam os rituais prescritos nos Vedas e introduzida
 entre opovo pela classe dos brâmanes.

Esses sacerdotes inventaram toda essa história de vidas sucessivas com o propósito deinspirarem respeito das outras classes sociais da índia, para que assim fossem mantidos como superiores e protegerem seus privilégios.
Falando sobre suas próprias encarnações anteriores, os brâmanes faziam com que sua
autoridade fosse antiqüíssima aos olhos do povo.
Eles passaram a pregar que, de reencarnação em reencarnação, haviam chegado à
posição em que se encontravam.E o povo acreditava e mantinha profundo respeito por eles.

Sidarta Gautama, o Buda (iluminado), tomou emprestado essa idéia do bramanismo,acrescentando-lhe outro detalhe: só os sábios é que escapam do círculo de nascimentos emortes, deixando de reencarnar e atingem o Nirvana, ou seja, a quietude,a serenidade perpétua.

Segundo essa doutrina da reencarnação concebida pelo budismo, onde o espiritismo é um dos seus segmentos, conclui-se que Deus não passa de Ser de ilimitada tolerância, pois não existe pecado. Portanto, roubar, matar, adulterar, prostituir-se, mentir e blasfemar não passam de experiências mal sucedidas nesse longo caminho e aprendizado.

Como no budismo, no espiritismo considera-se que essas ações não devem ser cometidas, mas, caso alguém venha a cometê-las, na próxima encarnação deverá expiá-las. Então Herodes, Nero, Hitler e outras monstruosidades que já existiram na história, um dia serão "anjos de luz".
Não é assim que Deus nos ensina.Eis o que nos afirma a Bïblia em Romanos 14:14:
"Assim cada um de nós dará contas de si mesmo a Deus."
Negar a reencarnação é anular o espiritismo.
Carlos Embassahy, em seu livro "O Mundo Espírita", Ed. 1953, na pág. 01 assim se
expressa:
"A importância da reencarnação é capital. Sem essa doutrina, o espiritismo perderia toda
sua base filosófica... sem a reencarnação, estaríamos diante de um completo vazio."
Por sua vez, Allan Kardec assim se expressa sobre a reencarnação em seu livro "A
Gênese", Ed. 1985, pág. 30:
"A reencarnação é uma das mais importantes leis reveladas pelo espiritismo."

A doutrina espírita da reencarnação ensina que nossa vida atual neste mundo é repetiçãode outras existências vividas em outros corpos, ou seja, o estabelecimento de soluções emparcelas, de pendências comportamentais.

No "Evangelho Segundo o Espiritismo", pág. 67, Kardec afirma que a "reencarnação é a volta da alma à vida corpórea, mas em um outro corpo especialmente formado para ela e quenada tem de comum com o antigo."

De acordo com a exposição ora feita, observamos que a reencarnação foi concebida como doutrina ou lei do espiritismo, segundo as expressões utilizadas por dois de seus mais respeitados doutrinadores espíritas.

No Cristianismo, aprendemos que a Ressurreição não é lei nem doutrina. É uma realidade que nos foi revelada e vivida pelo próprio Filho de Deus, Jesus Cristo. O seu próprio túmulo está vazio, porque Deus não morre.
O texto bíblico mais antigo a que os espíritas se apegam para "provar" sua teoria
reencarnacionalista está em Jó 1:20-21, que assim nos revela:

"Então se levantou Jó, rasgou o seu manto e rapou a cabeça. Depois, caindo prostrado por terra, disse: Nu saí do ventre da minha mãe e nu voltarei; o Senhor deu, o Senhor tirou;bendito seja o nome do Senhor."

Os doutrinadores espíritas, após esta leitura superficial da Bíblia, se apegam à expressão de Jó: "... e nu voltarei" para tentar provar que o próprio Jó acreditava na reencarnação: após a morte voltaria nu ao ventre de sua mãe, como nascera.

Ora, esse argumento se auto-anula, quando nos reportamos á pág. 67 do "Evangelho Segundo o Espiritismo", já citado acima, e à própria questão 201 do "Livro dos Espíritos", de Kardec, que assim se expressa:

"O espírito que animou o corpo de um homem poderá animar o de uma mulher numa nova existência, e vice-versa? - Sim, pois são os mesmos espíritos que animam os homens e as mulheres."

Entre os vários textos bíblicos a que os espíritas recorrem para tentar provar suas doutrinas sobre a reencarnação, está o diálogo havido entre Jesus e Nicodemus, registrado emJoão 3:1-21, que é freqüentemente usado entre eles, como prova de que Jesus, ao dizer a Nicodemos que lhe era necessário nascer de novo, estava pregando a reencarnação.

Os espíritas porém ignoram, que no texto original deste Evangelho de João, é utilizada a palavra grega anothen, traduzida como nascer de novo, mas que seu significado literal é nascer do alto, nascer de cima, nascer de Deus. Portanto, não se refere a um nascimento após um processo biológico, e sim através da operação do Espírito Santo de Deus no interior do homem.E isto nada tem a ver com a reencarnação.

Finalizando, se a doutrina da reencarnação fizesse parte dos ensinamentos de Jesus Cristo, certamente à pergunta de Nicodemos - "Como pode um homem nascer, sendo velho? Pode, porventura voltar ao ventre materno e nascer uma segunda vez?" - Jesus teria respondido: "Isto é possível Nicodemos. Basta você reencarnar."
Mas a resposta de Jesus foi: "Na verdade, na verdade te digo, quem não nascer da água e
do Espírito, não pode entrar no Reino de Deus."
Os doutrinadores espíritas com seus ensinamentos, tentam, a todo custo, demonstrar que
pertencem ao Cristianismo como uma de suas denominações.

Daí a ânsia constante desses seguidores do budismo, onde o espiritismo é um dos seussegmentos, em recorrer à Palavra de Deus, que eles ignoram em suas doutrinas, para tentar um paralelo ou harmonia entre seus conceitos, o que nos deixam transparecer, claramente,suas grandes dúvidas ou hesitações naquilo que tanto pregam.
Caros irmãos em Cristo Jesus:
Ao abordar um espírita, o cristão deverá, com bastante amor e à luz da Palavra de Deus,
resgatá-lo das trevas onde se encontra e apresentando-o Jesus, não como um "médium",
segundo Kardec, mas como o filho único e Deus e também o único e somente único caminho que nos conduz ao Pai, pois esta é a verdade suprema.

Se porém o cristão for abordado por um espírita e sentir nele o espírito de afronta e de galhofa, deverá, com amor e sabedoria, calar e não fazer o jogo da afronta, como também Jesus calou-se diante de Pilatos ao ser por ele indagado sobre o que era a Verdade, que Eletanto nos revelou nos Evangelhos.
Pois assim também Jesus nos ensinou:
"Não deis aos cães as coisas santas, nem atireis aos porcos as vossas pérolas, para que
não aconteça que as pisem com os pés e, voltando-se contra vós, vos despedacem." (Mt 7:6)
Louvado seja o santo nome de Deus e do seu Filho Jesus, o que nos concedeu o Espírito
Santo, presença constante em nossas vidas.
Amém !

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