segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

As Flores de Nossa Vida


Se o trabalho lhe consumia muito tempo, ela tirava dos filhos. Se surgiam problemas, ela deixava de lado o marido... E assim, as pessoas que ela amava eram sempre deixadas para depois. Até que um dia, seu pai, um homem muito sábio, lhe deu um presente: uma flor muito cara e raríssima, da qual havia apenas um exemplar em todo o mundo. E disse a ela: “Filha, esta flor vai te ajudar muito mais do que você imagina! Você terá apenas que regá-la e podá-la de vez em quando; às vezes ‘conversar’ um pouquinho com ela, e ela te dará em troca esse perfume maravilhoso e outras lindas flores”.

A jovem ficou muito emocionada, afinal a flor era de uma beleza sem igual. Mas o tempo foi passando, os problemas surgiam, o trabalho consumia todo o seu tempo e a sua vida, que continuava confusa, não lhe permitia cuidar da flor. Ela chegava em casa, olhava a flor e ela ainda estava lá, não mostrava sinal de fraqueza ou morte, apenas estava lá, linda e perfumada. Ela passava direto. Até que um dia, sem mais nem menos, a flor morreu. Ela chegou em casa e levou um susto! Estava completamente morta, suas raízes estavam ressecadas e suas folhas amarelas. A jovem chorou muito e contou a seu pai o que havia acontecido. Seu pai então respondeu: “Eu já imaginava que isto aconteceria, e eu não posso te dar outra flor, porque não existe outra igual a essa. Ela era única, assim como seus filhos, seu marido e sua família. Todos são bênçãos que o Senhor te deu, mas você tem que aprender a regá-los, podá-los e dar atenção à eles, pois assim como a flor, os sentimentos também morrem. Você se acostumou a ver a flor sempre lá, sempre florida, sempre perfumada, e se esqueceu de cuidar dela. Cuide das pessoas que você ama!”

E você? Tem cuidado das bênçãos que Deus tem te dado? Lembre-se da flor, pois como ela, são as bênçãos do Senhor. Ele nos dá, mas nós é que temos que cuidar delas.

Fonte: www.lagoinha.com

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Reflexão: Não se entristeça com as derrotas

Quantas vezes pensamos em desistir ?

Esta é uma boa pergunta! você ja parou para pensar se Paulo tivesse desistido de pregar para os gentios pelo fato de seus amigos ministerias não o compreenderem e até mesmo não ser reconhecido por muitos como apóstolo?
Muitas e muitas e muitas e muitas vezes pensamos em desistir. Elias deitou-se de baixo do pé de zimbro e pensou em desistir, mas incrível-mente foi neste momento que foi alimentado por um pedaço de pão que não avia feito e sua sede foi saciada por um pouco de água que estava em um jarro que não era dele. Em fim, são nestes momentos em que provamos da culinária Divina!!
Hoje estava indo em direção a empresa em que trabalho e avistei um desses artistas de rua, ele estava fazendo malabarismo com pinos que na ponta ele colocava fogo. Achei um tanto curioso e sentei em uma mureta em seu lado, apenas observando as atitudes deste homem. Percebi que por diversas vezes aquele homem derrubava os pinos, as vezes queimava-se, outra o seu chinelo arrebentou, outras não ganhava nenhuma recompensa dos que estavam nos carros, outras vezes ele derrubava um pino e com o pé o resgatava as mãos, e o tempo estava para chuva, mas não parou de fazer até acabar o material combustível.

Depois de presenciar tais cenas fiquei pensando comigo mesmo o que poderia aprender com aquilo, cheguei as seguintes conclusões:

1° Não Importa o quando você erre em um dia ou em um momento pois a platéia nunca é a mesma, o dia nunca é o mesmo, as oportunidades nunca são iguais.

2°Você sempre aprenderá coisas novas, mesmo que as vezes derrube pinos, pois um dia saberá recuperá-los em suas mãos, saberá como vencer suas limitações alcançando o sucesso.

3° Mesmo que você não ganhe gorjetas, elogios e prêmios, saiba que todos apreciam sua habilidade.

4° Você pode cometer erros durante o percurso, mas saiba que a grande maioria daria muito para fazer o que você consegue.

5° Não olhe para as nuvens, apenas execute o que Deus lhe confiou.

Se você não conseguiu, não fique triste, descubra seus erros como fez Josué após perder a guerra para a pequena cidade de AI, destrua aquilo que te limita e confie mais em Deus.

By: Otniel Fernandes

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

O Sábio e a vaquinha

vaquinha-precipicio
Lembro-me de uma história contada por um professor na faculdade, que traz uma lição importante para a nossa vida.
Conta-se que um velho sábio viajava pelo mundo com seu discípulo, quando se deparou com um sítio muito pobre, e resolveu fazer uma visita aquele lugar. Ao chegar ali, o sábio constatou que uma família com situações precárias vivia naquele lugar, então se dirigiu ao pai daquela família, pediu um copo d’água e começou a conversar; e por fim perguntou:
- Como o senhor e a sua família podem sobreviver num lugar como este? De onde vem o sustento de vocês?
Aquele senhor respondeu:
- Nós sobrevivemos graças a uma vaquinha que temos. Ela nos dá leite todos os dias. Este leite nós vendemos, trocamos na cidade vizinha por alimentos e ainda sobra um pouco para produzirmos queijo e coalhada para o nosso sustento, e assim vamos levando a nossa vida.
O sábio encerrou a conversa, agradeceu pelo copo d’água, chamou o seu servo e foi embora. Ao saírem daquele lugar passaram pelo pasto e viram a pobre vaquinha comendo um resto de capim. O sábio ordenou ao seu discípulo que empurrasse aquela vaquinha num precipício. Sem entender e concordar, o discípulo obedeceu a seu mestre prometendo a si mesmo que um dia voltaria aquele lugar para pedir perdão àquela família por esta decisão tão cruel tomada pelo homem que se dizia ser sábio, dando fim naquilo que trazia sustento para aquela pobre família.
Os anos se passaram, o velho sábio morreu e o seu discípulo saiu pelo mundo conhecendo pessoas e compartilhando tudo o que tinha aprendido, e quando menos esperava, estava próximo daquele velho sítio. Surgiu então uma oportunidade de se redimir com aquela pobre família pendido-lhe perdão.
Quando chegou no lugar, estranhou, pois havia um belo sítio, uma casa grande, árvores floridas, crianças brincando, lindos cavalos, muito gado, pastos verdejantes e muita beleza. Naquela hora o discípulo ficou triste imaginando que aquela família havia padecido a ponto de terem vendido o sítio por causa da velha vaquinha que morreu.
No entanto, quando se aproximou do local, foi recebido pelo caseiro, e ao perguntar sobre aquela família, logo lhe foi apresentado o velho senhor que estava desfrutando de uma tarde de descanso com seus netos. As crianças daquela época agora eram adultas e com famílias formadas e havia muita prosperidade no lugar.
Ao chegar no velho senhor, perguntou-lhe como havia adquirido tanta riqueza e prosperidade naquele lugar, e o velho respondeu:
- Meu jovem, nós tínhamos uma velha vaquinha há anos atrás, era nossa única fonte de sustento, mas um dia a encontramos morta num precipício. Nos desesperamos no começo, mas começamos a fazer outras coisas, desenvolvemos habilidades que desconhecíamos e com isto fomos prosperando, comprando novas terras e hoje possuímos toda esta riqueza.
O jovem discípulo sorriu, pediu um copo d’água e tomou aliviado, agradeceu aquele senhor pela sua generosidade, e seguiu o seu caminho pelo mundo, aprendendo e compartilhando lições.
Muitas vezes nos acomodamos com o pouco que temos, quando Deus quer que venhamos a desenvolver novas habilidades e alcançar as bênçãos que ele já deixou à nossa disposição. Descubra o que você precisa mudar ou jogar fora a partir de hoje e alcançar o sucesso em sua vida.
“Digo-lhes verdadeiramente que, se o grão de trigo não cair na terra e não morrer, continuará ele só. Mas se morrer, dará muito fruto” Jo 12:24 (NVI)
Tome uma atitude agora, e construa uma nova vida!!!!
Pr. Emerson Alves

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Devocional: Compreendendo o poder

Devocional Cristão – Compreendendo O Poder

“Jesus, porém, lhes respondeu: Errais, não compreendendo as Escrituras nem o poder de Deus” (Mateus 22:29).

Quando o filme “Com Stanley na África” estava sendo rodado em Hollywood, alguns anos atrás, o diretor comentou: Nós estamos enfrentando sérias dificuldades com este filme. Não é difícil para nós construir cenários da vida na selva e nem criar uma atmosfera africana. Mas, estamos com um grande problema – Como incutir no público uma compreensão do poder que levou David Livingstone para a África e o manteve lá?”
Há coisas que acontecem na vida da igreja de Cristo que não podemos explicar. Como alguém que vivia de forma tão dissoluta pode agora estar transformado? Como alguém que vivia caído na rua, embriagado ou envolvido em prostituição, pode agora nos parecer a mais santa das criaturas? Pode alguém mudar tanto assim? Como conseguir o mesmo feito?

Deus pode todas as coisas! E quando o homem abre o coração para o Senhor, tudo lhe é possível. Basta somente crer.
Basta se deixar conduzir. Basta abrir mão de um prazer enganoso e receber os prazeres maravilhosos e duradouros que Deus tem preparado para cada um de nós.
Qual o poder que persuadiu Livingstone a ir para a África para falar do amor de Cristo? O mesmo poder que transforma os maus em criaturas amorosas; o mesmo poder que tira a arrogância dos prepotentes e os transforma em pessoas humanas e humildes; o mesmo poder que liberta os cativos do mundo fazendo deles pessoas libertas e felizes; o mesmo poder que restaura os perdidos, mostrando-lhes o caminho da salvação e da vida eterna.
Esse poder não pode ser contemplado materialmente, nem mostrado em uma tela de cinema. Ele não é para ser visto e sim para ser sentido, experimentado, vivido. É o poder do Espírito de Deus que nos convence do pecado, da justiça e do juízo.
Quando recebemos o Salvador em nossas vidas, passamos a compreender a beleza desse poder. Entendemos o amor de Livingstone pelos africanos e o motivo que o levou a viver no meio deles.
Não queremos errar jamais. Compreendendo as Escrituras, compreenderemos também o poder de Deus que opera grandes coisas.
Extraido do Site: estudoscristaos.com

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

O que é ser Cristão ?


John Piper - Uma Vida Voltada para DeusO que É um Cristão?
por John Piper
O que significa ser um cristão? Charles Hodge, um dos grandes teólogos reformados do século XIX, achou a resposta neste texto: “É ser constrangido por um senso do amor de nosso divino Senhor, de tal modo que Lhe consagramos nossa vida”.

Ser um cristão não significa apenas crer, de coração, que Cristo morreu por nós. Significa “ser constrangido” pelo amor demonstrado nesse ato. A verdade nos pressiona. Ela força e se apropria; impele e controla. A verdade nos cerca, não nos deixando fugir. Ela nos prende em gozo.

Como a verdade faz isso? Paulo disse que o amor de Cristo o constrangia por causa de um julgamento que ele fazia a respeito da morte: “Julgando nós isto: um morreu por todos; logo, todos morreram”. Paulo se tornou cristão não somente por meio da decisão com base no fato de que Cristo morreu pelos pecadores, mas também por meio do sábio discernimento de que a morte de Cristo foi também a morte de todos aqueles em favor dos quais Ele morreu.

Em outras palavras, tornar-se um cristão é chegar a crer não somente que Cristo morreu por seu povo, mas também que todo o seu povo morreu quando Ele morreu. Tornar-se um cristão é, primeiramente, fazer esta pergunta: estou convencido de que Cristo morreu por mim e de que eu morri nEle? Estou pronto a morrer, a fim de viver no poder do amor dEle e para a demonstração da sua glória. Em segundo lugar, tornar-se um cristão significa responder sim, de coração.

O amor de Cristo nos constrange a responder sim. Sentimos tanto amor fluindo da morte de Cristo para nós, que descobrimos nossa morte na morte dEle — nossa morte para todas as lealdades rivais. Somos tão dominados (“constrangidos”) pelo amor de Cristo, que o mundo desaparece, como que diante de olhos mortos. O futuro abre um amplo campo de amor.

Um cristão é uma pessoa que vive sob o constrangimento do amor de Cristo. O cristianismo não é meramente crer num conjunto de doutrinas a respeito do amor de Cristo. É uma experiência de ser constrangido por esse amor — passado, presente, futuro.

Entretanto, esse constrangimento surge de um juízo que fazemos sobre a morte de Cristo: “Quando Ele morreu, eu morri”. É um julgamento profundo. “Assim como o pecado de Adão foi, legal e eficazmente, o pecado de toda a raça, assim também a morte de Cristo foi, legal e eficazmente, a morte de seu povo.” Visto que nossa morte já aconteceu, não temos mais condenação (Rm 8.1-3). Isto é a essência do amor de Cristo por nós. Por meio de sua morte imerecida, Cristo morreu nossa morte bem merecida e abriu o seu futuro como o nosso futuro.

Portanto, o juízo que fazemos sobre a sua morte resulta em sermos constrangidos pelo amor dEle. Veja como Charles Hodge expressou isso: “Um cristão é alguém que reconhece a Jesus como o Cristo, o Filho do Deus vivo, como Deus manifestado em carne, que nos amou e morreu por nossa redenção. É também uma pessoa afetada por um senso do amor deste Deus encarnado, a ponto de ser constrangida a fazer da vontade de Cristo a norma de sua obediência e da glória de Cristo o grande alvo em favor do qual ela vive”.

Como não viver por Aquele que morreu nossa morte, para que vivamos por sua vida? Ser um cristão é ser constrangido pelo amor de Cristo.

Extraído do livro: Uma Vida Voltada para Deus, de John Piper.

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